Em Rio Pardo de Minas (MG), a presidenta Dilma Rousseff anunciou hoje a ampliação do programa Brasil Sorridente. Segundo ela, o governo tem um compromisso com a saúde bucal da população. O Brasil Sorridente, afirmou, vai garantir atendimento odontológico à população mais necessitada e impedir que as pessoas percam dentes por falta de atendimento.
“Temos um compromisso com o futuro do nosso país, e esse compromisso, ele passa pelas crianças, ele passa pelos jovens. E isso, eu queria dizer e fazer uma observação sobre o Brasil Sorridente: no passado, a gente, os mais velhos, perdiam os dentes porque não tratavam, porque não tinham dinheiro, porque não podiam pagar o dentista. Agora, não pode perder dente, não pode deixar que jovem perca os dentes, ou que criança não tenha acesso ao dentista”.
Com orçamento previsto de R$ 3,6 bilhões até 2014, o Brasil Sorridente realizará mutirões para a distribuição de 400 mil próteses dentárias em 1.304 municípios e entregará mil novas Unidades Odontológicas Móveis às regiões mais necessitadas do país.
“Eu vou fazer um apelo: junto com uma prótese, que a gente fala um mutirão de prótese – eu vou falar como o povo fala – junto com o mutirão de dentadura, nós temos de falar também no mutirão para tratar dos dentes de cada criança (…) Então, eu estou falando aqui: aqueles que precisam, coloquem prótese, porque ela é fundamental, porque ela garante uma condição de vida melhor. Mas, sobretudo, vamos evitar que os jovens e as crianças sejam obrigados a perder seus dentes por falta de tratamento”, disse a presidenta.
Crise internacional
Dilma disse que o país vai “passar por cima” da crise internacional e assegurar o emprego dos trabalhadores do setor privado, que não têm direito à estabilidade.
“Nós, hoje, estamos enfrentando uma crise no mundo. O Brasil sabe, porque tem os pés no chão, que ele pode e ele vai enfrentar a crise e passar por cima dela, assegurando emprego para todos os brasileiros. O que o meu governo vai fazer, e isso ele vai fazer, é assegurar empregos para aquela parte da população que é a mais frágil, que não tem direito à estabilidade, que sofre porque pode e esteve, muitas vezes, desempregada. Nós não queremos isso. Nós queremos todos os brasileiros empregados, ganhando seu salário e recebendo serviços públicos de qualidade”, disse.
